sábado, 18 de abril de 2026

Pela Primeira Vez, um CURSO DE ANTICOACHING

CURSO DE ANTICOACHING ESTREIA HOJE!


 


18 de abril (sábado), 17h


Canal Paulo Stekel


http://youtube.com/@paulostekel


CHEGOU O GRANDE DIA! HOJE, 18 de abril, a partir das 17h, ESTREIA o tão anunciado CURSO DE ANTICOACHING no Canal Paulo Stekel. Serão SEIS AULAS, uma GRATUITA para todos e cinco EXCLUSIVAS PARA MEMBROS. 

Assista a AULA ZERO gratuita, a partir das 17h, e a AULA 01 - ANTICOACHING EXECUTIVO somente para MEMBROS do Canal, a partir das 18h. Quem ainda não é MEMBRO, pode se tornar AGORA MESMO. 

Aguardamos vocês logo mais!

sexta-feira, 8 de agosto de 2025

Uma Cruzada Contra a Espiritualidade

 

 

Uma Cruzada Contra a Espiritualidade



 

Por Paulo Stekel

(Escritor, jornalista, crítico da espiritualidade, espiritualista engajado e filosófico)




Parte 1


A Esquerda Radical e a Demonização da Espiritualidade: Um Obstáculo à Superação do Extremismo Religioso


A crescente ascensão do extremismo político associado à religião – especialmente no Brasil e em diversas partes do mundo – tem sido uma das maiores ameaças à democracia, à liberdade de pensamento e aos direitos humanos. Este fenômeno se manifesta de forma mais intensa no conservadorismo e na extrema-direita, que distorcem fundamentos religiosos para justificar autoritarismos, retrocessos sociais e até mesmo tentativas de golpe de Estado. No entanto, há uma armadilha pouco discutida no campo progressista: a tendência, entre setores mais radicais da esquerda marxista, de demonizar não apenas a religião institucionalizada, mas toda e qualquer forma de espiritualidade, incluindo manifestações legítimas do pensamento místico, simbólico e transcendente do ser humano.


Essa crítica indiscriminada à espiritualidade, com raízes em uma leitura reducionista do materialismo histórico, pode parecer coerente à primeira vista – afinal, as religiões organizadas foram e continuam sendo utilizadas como instrumentos de dominação. Contudo, ao rejeitar completamente o fenômeno espiritual, essa ala radical comete um erro estratégico e filosófico profundo: ignora que o anseio espiritual é uma dimensão constitutiva da experiência humana, presente em todas as culturas, e que pode ser não só emancipadora, mas também catalisadora de lutas por justiça, solidariedade e transformação social.


O Preconceito Antiespiritual como Herança do Materialismo Dogmático


Desde Marx e Engels, há críticas contundentes à religião como "ópio do povo" – ou seja, uma forma de alienação que impede o proletariado de perceber sua condição de exploração. Essa crítica, embora válida no contexto histórico do século XIX, foi cristalizada em muitas correntes marxistas como um dogma. No século XX, regimes comunistas como o soviético e o chinês perseguiram abertamente religiões, destruindo templos, proibindo práticas espirituais e promovendo uma visão de mundo estritamente materialista e científica, muitas vezes sob o manto do "racionalismo revolucionário".


A consequência foi o apagamento forçado de tradições espirituais milenares e a criminalização de formas alternativas de religiosidade – inclusive aquelas que resistiam à opressão estatal. Essa mentalidade ainda sobrevive, de modo velado ou explícito, em muitos círculos de esquerda radical, que associam qualquer expressão espiritual à alienação ou à manipulação ideológica, desconsiderando o potencial libertador de muitas dessas práticas.


Espiritualidade e Resistência: Uma Relação Histórica Ignorada


O que esses setores esquecem – ou deliberadamente ignoram – é que a espiritualidade não é propriedade da direita nem da religião institucional. Movimentos de resistência em todo o mundo se basearam em cosmovisões espirituais para fortalecer suas lutas. No Brasil, comunidades quilombolas, povos indígenas e movimentos populares como as Comunidades Eclesiais de Base usaram a fé e o sagrado como ferramentas de resistência ao colonialismo, à escravidão e à ditadura. A Teologia da Libertação é um exemplo notável de como a espiritualidade pode ser aliada da justiça social, e não sua inimiga.


Além disso, práticas espirituais não-religiosas – como a meditação, o xamanismo contemporâneo, a Umbanda, o espiritismo progressista, as tradições orientais e os movimentos esotéricos – têm ajudado indivíduos a curar traumas, lidar com o sofrimento psíquico e encontrar sentido em um mundo frequentemente desumanizador. Rejeitar todas essas manifestações como "irracionais" ou "regressivas" é não apenas uma forma de intolerância, mas também uma negação da pluralidade de caminhos que as pessoas têm para se conectar com algo maior do que si mesmas.


Um Aliado Estratégico na Luta Contra o Extremismo


A demonização da espiritualidade pela esquerda radical enfraquece uma frente ampla e pluralista de resistência ao extremismo religioso. Ao desprezar as formas não dogmáticas e libertárias de espiritualidade, essa esquerda se isola e perde a oportunidade de dialogar com amplas camadas da população que, embora desejem mudanças sociais profundas, também têm uma vivência espiritual significativa. Isso é especialmente verdadeiro em países como o Brasil, onde o sagrado faz parte do cotidiano de milhões de pessoas, e onde os movimentos progressistas que dialogam com a espiritualidade têm tido maior impacto popular.


É fundamental compreender que a luta contra a instrumentalização da religião pelo autoritarismo não exige o apagamento da espiritualidade, mas sim a sua redescoberta como espaço de liberdade, pluralismo e criatividade simbólica. O combate ao fanatismo religioso não se faz com fanatismo antiespiritual, mas com discernimento, diálogo e respeito à complexidade humana.


Nem o Golpe da Fé, Nem o Golpe da Razão


É hora de abandonar as visões radicais que jogam a criança, a bacia e a água do banho fora. A espiritualidade é uma dimensão legítima da mente humana e pode ser uma aliada poderosa na construção de um mundo mais justo, sensível e verdadeiramente democrático. Negá-la em nome de um racionalismo estreito só fortalece os inimigos que fingem representar o sagrado enquanto destroem os princípios éticos mais fundamentais.


A esquerda que deseja ser transformadora precisa ir além da crítica ao abuso religioso e abrir espaço para novas formas de espiritualidade – críticas, livres, poéticas e profundamente humanas. É aí que reside a chance de uma verdadeira revolução cultural: aquela que une razão e sensibilidade, justiça e transcendência, o político e o sagrado.


Parte 2


O Sagrado em Mãos Erradas: Como a Extrema Direita Distorce a Religião

e Dá Munição ao Radicalismo Antiespiritual da Esquerda


Se há um fator que compromete profundamente a relação entre espiritualidade e transformação social, é a forma como o conservadorismo religioso – especialmente em suas versões mais extremistas – sequestra o sagrado para justificar projetos de poder autoritário, elitista e muitas vezes violento. No Brasil e em outros contextos globais, a ascensão da extrema direita tem caminhado de mãos dadas com uma apropriação distorcida da religião, criando uma teologia do medo, da exclusão e da dominação, que se afasta radicalmente de qualquer essência espiritual autêntica.


Esse uso político da fé, calcado em interpretações literais e dogmáticas, é um dos maiores responsáveis pela crescente rejeição à espiritualidade por parte de setores da esquerda mais radical. Quando o sagrado é transformado em arma de guerra ideológica, é compreensível que os oprimidos, os excluídos e os críticos do sistema comecem a desconfiar de qualquer discurso espiritual – mesmo os que poderiam libertar em vez de aprisionar. No fundo, o fundamentalismo religioso de direita é um dos grandes responsáveis pela degradação do debate espiritual no campo político.


Religião Como Ferramenta de Poder: A Teologia da Autoridade


A extrema direita, em seus projetos de poder, utiliza a religião não como expressão do mistério, da ética ou da comunhão com o transcendente, mas como ferramenta de controle social e justificação de injustiças. Isso se dá por meio de um discurso moralista e hipócrita, que prega valores "tradicionais" enquanto normaliza a corrupção, o racismo, o machismo e a violência contra minorias. É a "fé" que abençoa armas, santifica líderes populistas e acoberta práticas inaceitáveis em nome de um suposto "plano divino".


No Brasil, vimos como essa lógica transformou igrejas em palanques eleitorais, líderes religiosos em correligionários políticos e a Bíblia em instrumento de manipulação emocional. Esse uso deturpado da religião não só banaliza o sagrado, mas também o corrompe. E o resultado é perverso: em vez de conectar as pessoas a algo maior, a espiritualidade se torna veículo de fanatismo, intolerância e segregação.


O Espetáculo do Sagrado – Performance e Manipulação


A extrema direita não se contenta em instrumentalizar a religião; ela transforma o sagrado em espetáculo. Cultos são usados como palcos para discursos políticos, unções simbólicas são feitas em armas, objetos religiosos são misturados a símbolos do nacionalismo agressivo, e líderes se apresentam como "ungidos" acima de qualquer crítica. Essa teatralização do divino esvazia a espiritualidade de qualquer profundidade mística, reduzindo-a a performance de poder e obediência.


Esse tipo de religião performática tem impacto direto na forma como a espiritualidade é percebida pelas gerações mais jovens, pelos intelectuais e pelos ativistas sociais. Quando tudo que se vê da espiritualidade nos meios de comunicação é o fanatismo político-religioso, é natural que surja a rejeição ao próprio conceito de sagrado. A imagem da espiritualidade como ferramenta de opressão se cristaliza – e isso fornece a justificativa perfeita para a crítica totalizante da esquerda radical.


A Esquerda Radical Reage, Mas Não Compreende


Setores da esquerda marxista mais radical, ao reagirem contra esses abusos religiosos, acabam jogando fora a espiritualidade como um todo – em parte porque nunca se permitiram compreendê-la de forma fenomenológica, existencial ou simbólica. Enxergam a religião como mera ideologia – "ópio" ou "ferramenta de alienação" – sem perceber que a busca espiritual, em sua essência, é um impulso humano legítimo e profundo, que pode tanto alienar quanto libertar, dependendo do modo como é vivida e interpretada.


Essa incompreensão mútua gera um ciclo vicioso: quanto mais a direita fundamentalista abusa da religião, mais a esquerda radical a rejeita; quanto mais a espiritualidade é associada à opressão, menos espaço se dá para experiências espirituais libertadoras. E assim, perdem-se as pontes possíveis entre o sagrado e a justiça social.


Espiritualidade Autêntica Que Rompe Com o Poder e o Fanatismo


É preciso romper com essa lógica binária e reconhecer que existe uma espiritualidade que não serve ao poder, mas à transformação. Que não exclui, mas acolhe. Que não aliena, mas desperta. Essa espiritualidade está presente em tradições místicas como o Sufismo islâmico, o Cristianismo dos marginalizados, o Budismo engajado, as religiões indígenas e afro-brasileiras, o espiritismo progressista e tantas outras formas de religiosidade popular que têm sido ignoradas tanto pela direita reacionária quanto pela esquerda materialista.


A defesa dessa espiritualidade não é conivente com o fundamentalismo. Pelo contrário: ela é a sua antítese. A espiritualidade autêntica questiona o poder, dissolve os egoísmos, promove a compaixão e denuncia os falsos profetas. Ela é revolucionária, não porque busca tomar o poder do outro, mas porque subverte as estruturas internas e externas de dominação. E por isso, tanto a direita quanto a esquerda radicais a temem: porque ela não se deixa capturar.


O Sagrado Precisa Ser Resgatado


A tarefa urgente do nosso tempo é resgatar a espiritualidade das garras da extrema direita e devolvê-la ao seu lugar legítimo: o do mistério, da ética, da busca de sentido e da comunhão entre os seres. Enquanto o sagrado for usado como escudo para o ódio e como máscara para a opressão, ele continuará dando razão à crítica daqueles que o rejeitam por completo.


Mas se houver coragem para distinguir o uso perverso da religião de sua essência espiritual profunda, poderemos construir novas formas de convivência entre espiritualidade e política – formas que não oprimem, mas libertam. O combate ao extremismo religioso passa, necessariamente, por um resgate da espiritualidade como experiência humana legítima, que não pertence nem à direita nem à esquerda, mas à humanidade como um todo.


domingo, 7 de fevereiro de 2021

Espiritualidade Animal e os Mistérios da Consciência

Por Paulo Stekel

https://www.youtube.com/watch?v=Asjti6pt-EM&t=37s

Episódio 044 de "Ciência Espiritual", a playlist de Paulo Stekel postada em seu canal no Youtube. Confira!

Neste vídeo, Stekel apresenta ao público, da forma mais acessível possível, o conceito de Espiritualidade Animal de uma perspectiva evolucionária. Usa como base o livro “Outras Mentes – O polvo e a origem da consciência”, de Peter Godfrey-Smith (Todavia, 2019 ,SP), que estudou polvos, chocos e lulas (cefalópodes) na Oceania.

Stekel discorre sobre as origens da consciência, seus tipos (consciência fenomenal e consciência de acesso), as ideias de António Damásio sobre as três dimensões da consciência, a diferença entre consciência - autoconsciência - autoconhecimento e a evolução da percepção e senciência até a consciência do animal ao ser humano. 

No final, Stekel fala sobre a viabilidade ou não de uma espiritualidade animal, os equívocos espirituais sobre o assunto, a romantização e a humanização dos animais e a relação da consciência com as ideias de Rupert Sheldrake sobre Campos Mórficos e as de Ervin Laszlo sobre Campo A e Campo M.

O objetivo da playlist Ciência Espiritual é disponibilizar sempre temas interessantes e de modo muito criterioso, sem fechar questões, sem pretender verdade final, e aberto ao contraditório.

Quem ainda não se inscreveu no canal de Paulo Stekel no Youtube, aproveite para fazer agora e ser avisado sempre que um novo vídeo sair.

Ciência Espiritual é uma playlist do canal de Paulo Stekel no youtube dedicada a Ciência, Espiritualidade, Religião, Filosofia, Arte, Cultura e Visão Sistêmica.

Comentários sobre livros, artigos e filmes serão comuns nos vídeos desta playlist. ENVIE suas perguntas, dúvidas, comentários e sugestões de tema para os próximos vídeos para o email pstekel@gmail.com

 

Reflexões sobre Carma e Justiça Social

 Por Paulo Stekel


O amigo Giba Gil postou em seu perfil no Facebook a seguinte reflexão muito pertinente: "A questão dos sem teto, da fome e sede, e do cessar das armas e das guerras, não são ideológicas, são humanitárias. Sem resolvê-las por completo nunca haverá o que chamam de nova era. (...) E, estas questões não são cármicas."

Concordando com o que ele escreveu, teci as seguintes reflexões que compartilho com vocês:

Na verdade, mesmo sendo cármicas, isso não significaria não se fazer nada. Há uma história budista que contempla isso: uma pessoa se afogava num lago e um brâmane a observava sem fazer nada. Passou um monge budista e ficou estarrecido com a cena. Perguntou ao brâmane: aquela pessoa está se afogando. Não vai fazer nada? O brâmane respondeu: Não! É o carma dela! O monge, indignado, se atirou na água, quase morreu afogado, e salvou a pessoa. Moral da história: quem disse que o carma da pessoa era morrer afogada? Podia só ser "quase" morrer afogada. Quem pode saber? Então, para um budista, nunca se julga se o sofrimento de um ser é cármico ou não. Se faz de tudo para ajudar. Aqueles amantes sádicos do "tudo é carma" que vivem a julgar os outros como inferiores por estarem em classe social inferior, terem doenças inatas ou serem pobres, nunca entenderão estas sutilezas.

Além do que, na minha reflexão, essa história de dizer que quem nasce em classe menos privilegiada é por mau carma ou por decisão de Deus (no caso de religiões abraâmicas não reencarnacionistas), nada mais é que canalhice das classes mais altas (das quais as religiões sempre se beneficiaram) para manter o povo miserável quietinho e resignado. Isso tem que mudar na nova espiritualidade que anda se desenhando no mundo.

No final, é sobre isso que falo em meus vídeos da playlist Ciência Espiritual, no meu canal no Youtube. Quem ainda não conferiu, confere lá: http://youtube.com/paulostekel

sábado, 23 de janeiro de 2021

Dogma: a grande fake news da história

 Por Paulo Stekel

 

https://www.youtube.com/watch?v=gQGHmTHzqEE

Episódio 042 de "Ciência Espiritual", a playlist de Paulo Stekel postada em seu canal no Youtube. Confira!

Neste vídeo, Stekel apresenta ao público, da forma mais acessível possível, o dogma como uma grande invenção de ilusão ou auto-ilusão da humanidade e seus defensores modernos, como o fundamentalismo e o negacionismo conservadorista, o anti-evolucionismo (design inteligente) e a “espiritualidade acomodatícia”.

Stekel discorre sobre os dois tipos de dogmas a serem transcendidos na era atual: o dogma eclesiástico e o dogma do cientismo ou cientificismo. Analisa aspectos polêmicos das doutrinas, paradigmas e crenças religiosas e científicas. Participação especial de Renan Schwingel, acadêmico de Jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina, apresentador e repórter do TJ UFSC e vice-presidente do Movimento Educatarinense.

No final, Stekel fala sobre o dogma sendo substituído pelo pensamento emergente, holístico, integral e sistêmico, e como tal pensamento deve impactar não só na espiritualidade, mas na filosofia e na Ciência, que se encaminharia de uma Ciência Fisicalista para uma Ciência Espiritual, que coloca a Consciência no cômputo da Realidade a ser perscrutada.

O objetivo da playlist Ciência Espiritual é disponibilizar sempre temas interessantes e de modo muito criterioso, sem fechar questões, sem pretender verdade final, e aberto ao contraditório.

Quem ainda não se inscreveu no canal de Paulo Stekel no Youtube, aproveite para fazer agora e ser avisado sempre que um novo vídeo sair.

Ciência Espiritual é uma playlist do canal de Paulo Stekel no youtube dedicada a Ciência, Espiritualidade, Religião, Filosofia, Arte, Cultura e Visão Sistêmica. Comentários sobre livros, artigos e filmes serão comuns nos vídeos desta playlist.

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terça-feira, 12 de janeiro de 2021

O Fim da Religião

Por Paulo Stekel

 

https://www.youtube.com/watch?v=vA26Dt-E-uY

Episódio 041 de "Ciência Espiritual", a playlist de Paulo Stekel postada em seu canal no Youtube. Confira!

Neste vídeo, Stekel apresenta ao público, da forma mais acessível possível, uma impressão sobre a transição entre a era da religião dogmática e a da espiritualidade libertadora a partir do livro "O Fim da Religião e o Renascimento da Espiritualidade", de Joseph Chilton Pearce.

Stekel discorre sobre os dois tipos de dogmas a serem transcendidos na era atual, conforme o pensamento de Pearce: o dogma eclesiástico e o dogma do cientismo ou cientificismo. Junto a isto, Pearce faz uma dura crítica à cultura moderna como um campo de efeito negativo sobre a verdadeira busca espiritual do ser humano, pois esta serve aos interesses do dogmatismo religioso e também do cientismo.

No final, Stekel fala sobre a visão de Pearce acerca do renascimento do espírito e da retomada da evolução humana, assim que o dogma seja sepultado em definitivo.

O objetivo da playlist Ciência Espiritual é disponibilizar sempre temas interessantes e de modo muito criterioso, sem fechar questões, sem pretender verdade final, e aberto ao contraditório.

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Ciência Espiritual é uma playlist do canal de Paulo Stekel no youtube dedicada a Ciência, Espiritualidade, Religião, Filosofia, Arte, Cultura e Visão Sistêmica. Comentários sobre livros, artigos e filmes serão comuns nos vídeos desta playlist.

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terça-feira, 5 de janeiro de 2021

O Poder do Símbolo

 Por Paulo Stekel

 

https://youtu.be/zME2_ANdaHM

Episódio 040 de "Ciência Espiritual", a playlist de Paulo Stekel postada em seu canal no Youtube. Confira!

Neste vídeo, Stekel apresenta ao público, da forma mais acessível possível, uma impressão sobre a natureza do símbolo na vida humana, bem como a diferença entre sinal, signo, ícone e símbolo.

Stekel discorre sobre três tipos de símbolos: símbolos de corpo (ex. geometria sagrada, mandalas, tarô, astrologia), símbolos de fala (ex. mantras, orações, afirmações) e símbolos de mente (ex. sonhos, visualizações).

No final, Stekel responde à dúvida de se os símbolos possuem poder por si mesmos, bem como qual a conexão dos símbolos com a Realidade tal como ela é, além deles mesmos. Também avalia qual a utilidade dos símbolos como fator de inspiração e abertura da consciência para outros níveis de realidade.

O objetivo da playlist Ciência Espiritual é disponibilizar sempre temas interessantes e de modo muito criterioso, sem fechar questões, sem pretender verdade final, e aberto ao contraditório.

Quem ainda não se inscreveu no canal de Paulo Stekel no Youtube, aproveite para fazer agora e ser avisado sempre que um novo vídeo sair.

Ciência Espiritual é uma playlist do canal de Paulo Stekel no youtube dedicada a Ciência, Espiritualidade, Religião, Filosofia, Arte, Cultura e Visão Sistêmica. Comentários sobre livros, artigos e filmes serão comuns nos vídeos desta playlist.

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Por que não se sabe o que é Consciência?

 Por Paulo Stekel

 

https://youtu.be/VIAaL7v8Leg

Episódio 038 de "Ciência Espiritual", a playlist de Paulo Stekel postada em seu canal no Youtube. Confira!

Neste vídeo, que é a terceira e última parte da análise do ebook gratuito "Ciência Espiritual - em busca de uma nova consciência" (a primeira parte é o ep. 034 - Quem é o dono do conhecimento? e a segunda parte é o ep. 036 - A Realidade é só uma interpretação?), Stekel apresenta ao público, da forma mais acessível possível, reflexões acerca do que é a Consciência, tanto do ponto de vista da religião, da filosofia, da ciência quanto da ciência espiritual e da nova espiritualidade.

Stekel discorre sobre a imprecisão da ciência, da filosofia e da religião em descrever a Consciência de modo claro e inequívoco. A partir da provocação do filósofo da mente australiano David Chalmers, que denuncia a nossa ignorância sobre o que é Consciência, Stekel apresenta cinco hipóteses para explicá-la: Hipótese Materialista, Hipótese Metafísica, Hipótese Sistêmica, Hipótese Neurometafísica e Hipótese Neurometafísica Sistêmica.

No final, Stekel dá uma definição de Consciência e de Panconsciência a partir de seus estudos e do que está no ebook gratuito "Ciência Espiritual", que pode ser baixado gratuitamente em seu Stekelblogue ou solicitado pelo email pstekel@gmail.com.

O objetivo da playlist Ciência Espiritual é disponibilizar sempre temas interessantes e de modo muito criterioso, sem fechar questões, sem pretender verdade final, e aberto ao contraditório.

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terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Mentes Possuídas

 Por Paulo Stekel

 

https://youtu.be/ykCss0YgoEo

Episódio 037 de "Ciência Espiritual", a playlist de Paulo Stekel postada em seu canal no Youtube (youtube.com/paulostekel). Confira!

Neste vídeo, Stekel faz uma análise crítica e desapaixonada das várias formas de possessão, obsessão espiritual e incorporação por espíritos supostamente trevosos em diversas culturas e religiões do mundo, desde o período xamânico até as modernas formas ligadas à Apometria e à Ufologia.

Stekel inicia falando dos "Djins" ou Gênios da mitologia pré-islâmica e como a noção influenciou a Cabala e o Ocultismo moderno de Papus e Eliphas Levi. Mostra as diferenças e semelhanças entre cultos envolvendo possessões muito distantes entre si, seja no tempo ou na geografia, como o xamanismo tibetano, a umbanda, a quimbanda, o espiritismo, a apometria e o candomblé.

No final, Stekel dá sua visão, baseada em mais de 30 anos de pesquisa e prática de estados ampliados de consciência, da realidade ou não das possessões, e de se existem ou não seres espirituais que podem prejudicar os humanos e em que condições.

Artigo sobre os DJINNS citado no vídeo: https://www.tricurioso.com/2019/05/28/quem-eram-os-misteriosos-djinns

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A Realidade é só uma interpretação?

 Por Paulo Stekel

 

 https://www.youtube.com/watch?v=J8NoCav7PlI

Episódio 036 de "Ciência Espiritual", a playlist de Paulo Stekel postada em seu canal no Youtube. Confira!

Neste vídeo, que é a segunda parte da análise do ebook gratuito "Ciência Espiritual - em busca de uma nova consciência" (a primeira parte é o ep. 034 - Quem é o dono do conhecimento?), Stekel apresenta ao público, da forma mais acessível possível, reflexões acerca do que é a Realidade, tanto do ponto de vista da religião, da filosofia, da ciência quanto da ciência espiritual e da nova espiritualidade.

Stekel discorre sobre a imprecisão de nossos sentidos para captar a Realidade como ela é, algo ensinado tanto pelo Buda há 2500 anos, quanto pela moderna neurociência, que demonstra a limitação de nossa mente para interpretar a realidade tal como ela é, mesmo que nunca venhamos a percebê-la em sua totalidade.

No final, Stekel dá uma definição de Ciência Espiritual, sua visão da Realidade e enfatiza os três modos cognitivos possíveis de encarar fenomenologicamente o que vivenciamos como realidade da experiência: a realidade fisicalista-cognitiva-racional, a realidade religiosa-dogmática-não-cognitiva e a realidade emergente-intuitiva-transracional.

O objetivo da playlist Ciência Espiritual é disponibilizar sempre temas interessantes e de modo muito criterioso, sem fechar questões, sem pretender verdade final, e aberto ao contraditório.

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